A queda dos custos da produção de veículos elétricos e da tecnologia solar tem potencial para estacar o crescimento da demanda global de petróleo e carvão a partir de 2020, segundo análise feita pelo Grantham Institute do Imperial College de Londres e pela Carbon Tracker Initiative.

 

O relatório recente aponta que os veículos elétricos podem representar um terço do mercado de transporte rodoviário até 2035, e que a energia solar poderia suprir cerca de 25% de energia até 2040, e que mais de 2 bilhões de barris de petróleo podem deixar de seu usados por dia.

 

Os setores de energia e transporte rodoviário representam metade do consumo de combustíveis fósseis, logo, o crescimento da energia fotovoltaica e dos veículos elétricos irão impactar diretamente a demanda por combustíveis fósseis.

 

Analisando os cenários mais recentes, o estudo verificou que grandes empresas de energia têm subestimado os avanços das fontes de baixa emissão de carbono e advertiu que a desvalorização dos combustíveis fósseis é muito provável a medida que a transição para energias limpas acelera.

 

Na contramão dos resultados da pesquisa, o governo brasileiro – seguindo o exemplo de países como Estados Unidos e Austrália – reluta em diminuir a extração de combustíveis fósseis, e em 2016 bateu um novo recorde em produção de petróleo, negligenciando o potencial lucrativo das energias renováveis e perdendo de vista a preocupação ambiental.

 

Veículos Elétricos: por que apostar nessa tendência?

Além de preservar o meio ambiente e ser uma tendência a ser apostada pela comunidade mundial, os carros elétricos apresentam uma série de vantagens, que podem e devem ser levadas em consideração ao avaliar a viabilidade de um veículo elétrico. Ter um carro elétrico garante maior economia de dinheiro, diminui a poluição sonora por ser extremamente silencioso, não emite poluentes, sua manutenção é muito mais simples e é possível reduzir, ou mesmo ser dispensado do pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

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