Nos últimos anos, o interesse pela sustentabilidade e pelos métodos alternativos de produção energética tem crescido exponencialmente no Brasil, principalmente entre grandes empresas. Agora, o cidadão comum também pode ter acesso a esta inovação: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) agora permite que pessoas físicas também financiem suas próprias estruturas para aquecimento e cogeração solar, a exemplo de placas fotovoltaicas e geradores a biogás, através do programa Fundo Clima.

 

Quem se interessar pode abrir uma linha de crédito de até 80% do valor dos itens por meio do Fundo Clima, com um teto de até R$ 30 milhões por beneficiário a cada 12 meses. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos. O financiamento conta com uma carência de três a 24 meses e prazo máximo de 144 meses, com vigência para adesão até 28 de dezembro de 2018.

 

Entre as vantagens apontadas pelo BNDES estão a redução nos gastos com a conta de luz e a conversão do excedente não utilizado em créditos. E, claro, há também a garantia de que o abastecimento pode ser mantido mesmo quando há interrupção do fornecimento normal.

 

Taxas e exigências – Seja para as pessoas físicas ou jurídicas, o custo do Fundo Clima é de 0,1% ao ano para renda anual de até R$ 90 milhões e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Acima de R$ 90 milhões, o primeiro item segue a 0,1% e o segundo vai para 1,4% ao ano.

 

A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser de 4,03% ao ano para renda anual até R$ 90 milhões e de 4,55% ano para renda anual superior.

Fonte: TecMundo

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