Neste domingo, 14 de julho, o Memorial da América Latina recebe o debate “Maneiras e possibilidades de inserir as artes na vida de quem possui algum tipo de deficiência”, como encerramento da exposição de artes plásticas Ver e Viver, um projeto que levou seus visitantes a experimentar estímulos como o tato, olfato, audição e paladar, muito além da visão. O debate acontece às 10h, no Espaço Multiuso.

 

Participam do debate Clara Aidar, linguista e especialista em terapias alternativas de Aromaterapia, Geoaromaterapia, Cromaterapia e Alinhamento dos Chakras; Benedito Franco Leal Filho, especialista em Educação Física Adaptada e Diogo Camargo, Musicoterapeuta, explorando as dificuldades de inserir a arte na vida dos deficientes e como contorna-las através do planejamento e de ações inclusivas.

 

A exposição Ver e Viver – A temática proposta pela exposição Ver e Viver é utilizar a força mobilizadora da arte para provocar uma reflexão sobre as deficiências, principalmente a visual. Para isso, todos os visitantes receberam uma venda descartável, e tiveram contato com obras que aguçam todos os sentidos.

 

O foco da exposição, produzida pelos artistas Jésus Seda e Clara Aidar, foi apresentar um ambiente inclusivo, que pode ser apreendido por pessoas com e sem deficiência. A exposição permitiu que todos enxerguem as esculturas com as mãos, sintam seu cheiro e ouçam a explicação textual das obras. A exposição Ver e Viver é uma realização do Ministério da Cidadania por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com produção da 3S Produções, apoio do Memorial da América Latina.

 

Serviço – O debate “Maneiras e possibilidades de inserir as artes na vida de quem possui algum tipo de deficiência” acontece no domingo, dia 14 de julho, às 10h, no Espaço Multiuso do Memorial da América Latina (Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda). A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

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